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Tratamentos

COITO PROGRAMADO

Também chamado de relação sexual programada consiste na realização de estimulação ovariana – indução de ovulação, com o objetivo de gestação. É o mais acessível tratamento em reprodução humana. É relativamente simples e de baixa complexidade.
Geralmente inicia-se a indução da ovulação no segundo dia da menstruação e realiza-se controle ultrassonográfico periódico. No momento que um ou dois folículos estiverem no tamanho certo, realiza-se a aplicação de HCG para se programar a relação sexual.
É muito importante o controle ultrassonográfico periódico a fim de se evitar complicações como hiperestímulo ou a ausência de resposta.

A indução da ovulação com coito programado é uma técnica de baixa complexidade e de fácil execução que consiste na estimulação leve da ovulação com controle ultracenográfico e orientação do período apropriado para se manter relação sexual. Reservado principalmente, para infertilidade de causa ovulatória, ou seja, com dificuldade ovulatória

 

INSEMINAÇÃO INTRA-UTERINA

Técnica bastante difundida e conhecida, que consiste na estimulação da ovulação com medicamentos e com controle ultrassonográfico seriado e colocação de espermatozóides selecionados por técnicas de processamento seminal no interior da cavidade uterina para facilitar a fecundação, ou seja, o encontro do óvulo com estes espermatozóides. Esta técnica esta indicada para pacientes com fator cervical (colo uterino), fator ovulatório, fator hormonal leve e masculino leve.

Apresenta boa aceitação, é simples, indolor e com boas taxas de gestação. A paciente é colocada em posição ginecológica, e coloca-se um espéculo vaginal para abertura do canal vaginal e visualização do colo uterino, onde é introduzido um cateter e transferido os espermatozóides capacitados para o interior da cavidade uterina.

Os riscos da inseminação intra-uterina são poucos, porém pode existir uma pequena probabilidade de ocorrer gestação múltipla (gemelaridade). Nos casos com mais de cinco folículos maiores de 14 mm pode haver o cancelamento do ciclo, por aumentar muito as taxas de gravidez múltipla, com riscos maternos, abortos e prematuridade.

Normalmente devem-se realizar no máximo três tentativas e caso não se obtenha uma gestação, alternativas terapêuticas mais complexas devem ser consideradas.

FERTILIZAÇÃO IN VITRO

Técnica de alta complexidade que consiste na estimulação controlada da ovulação, captação de oócitos (óvulos) através de punção vaginal guiada pelo ultrassom e colocação de espermatozóides diretamente em contato com estes em um ambiente laboratorial controlado (incubadora) para ocorrer à fecundação.

Os embriões gerados serão normalmente transferidos no segundo ou terceiro dia para a cavidade uterina com o auxílio de um cateter. Normalmente está indicado para pacientes com idade acima de trinta e cinco anos, fator tubário, ovulatório, cervical, e masculino leve a moderado. Técnica bastante segura e conhecida que apresenta baixos riscos e taxas de gestação que podem variar de acordo com idade, resposta ao estímulo, qualidade dos oócitos e embrionária, implantação uterina, etc.

ICSI – INJEÇÃO INTRACITOPLASMÁTICA DE ESPERMATOZÓIDES

Técnica de alta complexidade amplamente difundida desde 1994 que apresenta a mesma preparação para FIV (fertilização in vitro) e consiste na colocação de um único espermatozóide dentro de cada oócito (óvulo) com o auxílio de um microscópio e micromanipuladores. Estes espermatozóides normalmente são obtidos por masturbação na sala de colheta na clinica no mesmo dia da capitação de óvulos ou em alguns casos por punção do testículo. Exigem profissionais altamente capacitados e habilidosos e esta indicada principalmente para pacientes com fator masculino grave ou vasectomizados, no entanto, é rotineiramente utilizada nos centros de reprodução humana assistida, pois inúmeros trabalhos científicos demonstraram aumento da taxa de fertilização utilizando esta técnica.

Mais recentemente estamos utilizando uma técnica denominada super icsi, que consiste na utilização de um sistema de lentes que permite a ampliação dos espermatozóides em aproximadamente oito mil vezes. Tem como objetivo identificar alterações na estrutura dos espermatozóides para podermos escolher qual o melhor que será injetado no interior do óvulo.

DOAÇÃO-RECEPÇÃO DE ÓVULOS

Nos dias de hoje muitas mulheres retardam a maternidade e quando não conseguem engravidar podem necessitar ser submetidas a tratamento de reprodução assistida.

Algumas podem não ter óvulos ou tê-los com alteração severa da qualidade e em outros casos, mulheres jovens com menopausa precoce ou que foram submetidas à cirurgia para retirada dos ovários, podem ser mães e gerar filhos no próprio ventre através da recepção de óvulos de outra paciente.

O óvulo da doadora é fertilizado com o espermatozóide do marido da receptora e este embrião gerado será implantado no útero da receptora, dando a esta, chances equivalentes a de mulheres jovens que são submetidas ao tratamento de reprodução assistida. Quando ocorre a gravidez o sentimento de mãe e muito grande e muitas vezes ela esquece que esta gestação foi proveniente da ovodoação.

A doadora deve ser anônima e não pode ser da família, porém, deve ter semelhança física, tipo de sangue compatível e saúde física e mental normal.

As mulheres que podem doar têm que ter idade menor que 35 anos e sofrem triagem para que não haja riscos de transmissão de doenças contagiosas ou alterações genéticas e sob total sigilo para ambas os casais.

Para casais com grandes dificuldades de obtenção de gestação, foi criado um programa que visa facilitar a doação e recepção de óvulos e pré-embriões.

PRESERVAÇÃO DA FERTILIDADE

Um dos temas de grande avanço na área da medicina reprodutiva e a busca da preservação da fertilidade. Com a melhora das técnicas de investigação e de tratamento em pacientes com câncer, existe a preocupação da preservação da fertilidade, pois um grande número de mulheres que sobrevivem ao tratamento são jovens e tem o desejo de formar uma família e sonham com a maternidade. O tratamento utilizado para a cura da doença (cirurgia, radioterapia, quimioterapia), leva destruição dos gametas (óvulos e espermatozoides), causando a infertilidade. Dependendo do tipo do tumor e da gravidade, no caso das mulheres antes de começar o tratamento podemos oferecer: congelamento de óvulos, embriões ou de tecido ovariano.

O congelamento de óvulos e a grande realidade nos dias de hoje, a mulher e submetida a estimulação da ovulação e posteriormente a captação dos óvulos e congelamento deles através da vitrificarão, possuindo uma taxa de sucesso de 30% a 40%. Já as pacientes que possuem parceiro , podemos congelar embriões , técnica com boa taxa de sucesso em torno de 50%. Outra técnica que está em fase de desenvolvimento e o congelamento ovariano, deve ser usada principalmente em crianças portadoras de câncer, pois elas ainda não tem óvulos. Através da videolaparoscopia retira se uma parte do ovário, podendo este ser congelado e no futuro ser reimplantado na região pélvica, porem esta técnica ainda possui pouca taxa de sucesso.

Quando deparamos com homens portadores de câncer, também temos a opção de congelamento de sêmen, porém este procedimento é bem mais simples e com excelentes taxas de sucesso.

Outra indicação para realizarmos a preservação da fertilidade, está em pacientes com doenças auto imunes, que farão uso de medicamentos como a ciclofosfamida, que levam destruição do tecido ovariano.

Com a emancipação feminina e a sua importante atuação no mercado de trabalho, muitas mulheres desejam adiar a sua maternidade. Porém as mulheres possuem seu relógio biológico, sua fertilidade cai com o passar dos anos. A cada ciclo menstrual ocorre uma perda de 1000 óvulos, mulheres acima de 35 anos têm uma queda de 50% na fertilidade e a partir de 40 anos queda chega a 90%. Podemos oferecer para estas pacientes a preservação da fertilidade, através do congelamento de óvulos e de embriões.

CRIOPRESERVAÇÃO DE OÓCITOS

Esta modalidade de tratamento consiste na estimulação, e captura de óvulos e sua criopreservação (congelamento). Esta indicada para mulheres que desejam adiar o desejo de gestação e para pacientes que irão ser submetidas a cirurgias para câncer, com ou sem radio e quimioterapia.

A doação de pré-embriões está indicada para casais em que ambos não podem utilizar seus próprios gametas. A doação foi decidida previamente por outros casais que têm bons embriões congelados e que por diversos motivos desistiram de utilizá-los.

O programa Progenesis também poderá dar total assistência para algumas novas tendências na medicina reprodutiva como a captação de oócitos com baixo estimulo e custo, amadurecimento de oócitos in vitro e congelamento seminal para homens que irão se submetidos à vasectomia e tratamentos para câncer com ou sem radio e quimioterapia.

ACESSO AO TRATAMENTO

Por ser um tratamento que demanda o emprego de técnicas de alta complexidade e medicamentos de alto custo, a reprodução assistida pode, aparentemente, não ser acessível a todos. Por isso a clínica Progenesis realizou parcerias que visam facilitar o acesso aos tratamentos de reprodução, reduzindo custos e realizando cada vez mais sonhos

O programa Progenesis também pode ajudar casais em que o sonho de gerar um filho parece estar mais distante através de programas de doação e recepção de óvulos e pré-embriões.

A clínica esta preparada para dar total assistência na realização de seu sonho.

INDUÇÃO DA OVULAÇÃO

 

A indução da ovulação com coito programado é uma técnica de baixa complexidade e de fácil execução que consiste na estimulação leve da ovulação com controle ultracenográfico e orientação do período apropriado para se manter relação sexual. Reservado principalmente, para infertilidade de causa ovulatória, ou seja, com dificuldade ovulatória

CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA

Consiste num grupo de cirurgias que tem como base fundamental a realização de procedimentos com a menor lesão tecidual possível, proporcionando menos dor no pós-operatório, menos tempo de hospitalização, menores riscos e complicações e uma recuperação mais rápida.

Neste grupo inclui as cirurgias de vídeo laparoscopia, vídeo Histeroscopia.

As cirurgias endoscópicas (vídeo) são uma realidade e consiste no uso de ópticos que penetram no corpo por pequenos orifícios naturais ou pequenas incisões.

A vídeo-histeroscopia é realizada via vaginal e consiste na utilização de uma óptica de pequeno calibre que penetra na cavidade uterina sem realizar incisões. Esta pode ser diagnóstica e cirúrgica e tem como finalidade diagnosticar e tratar patologias como sangramentos uterinos, miomas, pólipos, infertilidade, etc. Pode ser realizada a nível ambulatorial ou hospitalar com ou sem anestesia local ou geral (sedação).

A vídeo-laparoscopia é um procedimento cirúrgico, onde realizamos normalmente três incisões pelo abdômen para o tratamento de diversas patologias como endometriose, miomas, cistos de ovário, histerectomias, aderências, etc. A anestesia utilizada é a geral e o tempo de internação normalmente é de 12 – 24 horas. Apresenta boa recuperação e é mais estética que a cirurgia tradicional.

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